Assinada a Convenção Coletiva de Trabalho 2017/2018 dos práticos de farmácia do Estado de São Paulo

Reajuste Salarial 2017 / 2018

A semana começou com grandes conquistas para os práticos de farmácia do Estado de São Paulo. Na manhã desta segunda, 25 de setembro, em duas reuniões consecutivas realizadas na sede da Federação dos Comerciários do Estado de São Paulo, o presidente da entidade, Luiz Carlos Motta, comandou a assinatura da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2017/2018 da categoria, do setor varejista, e também o acordo de Participação nos Lucros ou Resultados (PLR) com a rede Raia Drogasil.

Participaram das reuniões os dirigentes sindicais da comissão de negociação: Jair Mafra (Sincomerciários de Mogi das Cruzes); Mario Aparecido Herrera (Sincomerciários de Marília); João Carlos Bascegas (Sinprafarma de São Paulo); Valdir Ribeiro da Silva (Sinprafarma de Americana); Rubia C.M. Pires da Silva (Sinprafarma de Bauru); José Meirelles Cândido da Rosa (Sinprafarma de São José dos Campos), e Jaime Porto (Sinprafarma de Santos).

CCT

O trabalho em conjunto e permanente da comissão de negociação garantiu aumento real de 0,44% acima da inflação do período de 1º de julho de 2016 a 31 de junho de 2017. Além disso, foram mantidas as cláusulas sociais, com destaque para a continuidade das homologações realizadas nas sedes e subsedes dos sindicatos.

Motta e os dirigentes assinaram o documento ao lado do presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sincofarma/SP), Natanael Aguiar Costa.

PLR

Depois de garantir o reajuste para a categoria, Motta renovou o acordo de PLR com o gerente de Administração de Pessoal e Relações Trabalhistas da Raia Drogasil, Vanderlei de Moraes. O acordo, que vale por mais um ano, garante que o benefício seja pago aos cerca de 20 mil práticos de farmácia da rede, em todo o Estado de São Paulo.

Os membros da comissão têm entendimento unitário de que a assinatura foi positiva, considerando o quadro recessivo do País. Somam-se a este fator as mudanças na CLT e na política. O presidente Motta finaliza. “Persistimos na conquista do aumento real porque desde o início das rodadas de negociação estávamos bem preparados, inclusive com bons dados econômicos do setor”.