Tsunami cívico nacional cobra respeito à Educação

O 15 de maio entrará para a história. Nesta data, o povo brasileiro reafirmou seu civismo em torno de uma causa nobre: a causa da Educação. Ruas, praças e pátios foram ocupados, desde as primeiras horas da manhã. Teve professor, funcionário de escola básica, de colégio técnico, de institutos, de universidades; teve pai; teve estudante; teve o cidadão comum.

Todos contra o corte drástico de recursos para a Educação, anunciado e reafirmado pelo presidente Bolsonaro, que já vem se desgastando devido ao desemprego em massa, ao ataque a direitos e à reforma neoliberal da Previdência.

Apoios – O sindicalismo se somou aos protestos. Petroleiros, metalúrgicos, bancários, metroviários, entre outras, saíram às ruas. As Centrais Sindicais, todas, também apoiaram.

Agressão – De Dallas, Texas, USA, onde se encontra, Bolsonaro não perdeu a chance de falar besteira: “São idiotas úteis”, disparou, com sua conhecida agressividade. Porém, em vez de esvaziar o ato, jogou lenha na fogueira.

CNTE – Heleno Araújo, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação: “Só no período da manhã as ruas foram ocupadas por mais de um milhão de pessoas”. Mais: “As medidas de Bolsonaro atacam municípios, Estados e a população”.

Contee – Gilson Luiz Reis, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimento de Ensino, esteve nos protestos na capital mineira. Diz: “Em Belo Horizonte, 200 mil pessoas realizaram ato e caminhada no Centro. Maior manifestação de Minas nos últimos 30 anos”. 

Curitiba – Segundo o presidente Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná, Hermes Silva Leão, a manifestação da manhã reuniu mais de 20 mil no Centro. “Ao longo do dia, houve atos em mais de 40 cidades do Paraná. Após caminhada, comissão de profissionais de Educação e de estudantes foi recebida na Assembleia Legislativa”.

Petroleiros – Os sindicatos da Federação Única dos Petroleiros (FUP) realizou atos em todo o país, ao lado dos professores, contra os ataques do governo à Educação, contra a reforma da Previdência e a privatização da Petrobrás.

São Paulo – À medida que a tarde avançava, a multidão crescia na Avenida Paulista. Às 17h30, já se calculava em mais de 150 mil o número de manifestantes.

Fonte: Agência Brasil

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